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Economia da tragédia
O ensaio é um gênero solidário com as histórias que queremos contar e é solidário às reflexões sobre o mundo e nossa presença diversa no mundo. Essaideia é de Paloma Franca Amorim e está aqui neste volume extremamenteinstigante intitulado Economia da tragédia.A partir dessa camaradagem que o ensaio permite, Paloma costura algumas imagens e suas interpretações, elabora e comenta sobre os modos de fabricação de alguns objetos culturais contemporâneos, sua recepção pessoalíssimae abrangente, e os efeitos de seus desdobramentos críticos.Há cinema, série, teatro, literatura, há vida e arte num complexo entrelaçamento. Aqui, um profundo amor pela arte é invariavelmente atravessado por corporalidade, saúde mental, luto, violência, gênero, raça, classe, geografiaentre outras marcações que ora nos libertam ora nos mantêm reféns de tecnologias de um imaginário europeu, sequestrado.A economia da tragédia talvez seja a economia das urgências, das contradições impraticáveis, da produção de vida e arte no Brasil - esse país tão profundamente diverso, cuja arte e seus recursos ainda são dominados por uma minoria, no que diz respeito à produção e consumo.Isso não significa dizer que essa dominação não pode nem está sendo minada. O grande sonho anticolonial: imaginar além. Repensar, perceber, criticar, ter repertório plural em nossas produções e críticas. O mais importante neste volume talvez seja como Paloma indica maneiras refinadas de compreender a vida e a produção de vida de que a arte é capaz.Natalia Borges Polesso
- paginas
- 298
- encuadernacion
- NULL
- espesor
- 1
- colección
- CULTURA/AUDIOVISUAL
- altura
- 1
- ancho
- 1
50 Artículos
9786559663545
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