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TUDO É DE TODOS
«Era quase verde, a aldeia esquecida onde viviam. Escondida na meia encosta pela verdura, só o fumo e o cheiro da madeira ardida deixavam pressentir o casario e a gente. A planície que se estendia no sopé do monte era fértil e havia memória, confirmada por vestígios de construções muito antigas, de que sempre fora o celeiro dos que ali viviam.» «Das ruínas que, aqui e além, sobressaiam das sementeiras, as crianças da aldeia faziam os seus castelos de brincadeira. De peito aberto e cheio defendiam-nos de ferozes invasores que, de armas imaginárias em punho, saíam das searas maiores que eles. E os que defendiam as paredes arruinadas rangiam os dentes de raiva porque, pensavam, assim parecia mais verdadeiro.»
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